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O "remoer" do Estado
Eis que apareceu um novo termo: "triturar". Na sequência das "refundações", é coisa que parece mas não é. Podia ser minguar ou até mesmo extinguir - mas não. Trata-se de reduzir a pó ou pedaços. Cá para nós... atrás da "trituração" está um monstro que o Partido Socialista insiste em alimentar - é "ruminar".
SOS Emergência Social
O que pesa mais: Um quilo de algodão ou um quilo de ferro?
Já houve quem tivesse feito contas ao corte de 50% do Subsídio de Natal e aumento de 30 minutos de trabalho por dia ao trabalhador que não tem estatuto de funcionário público. Trabalhar mais sem receber representa perda de retribuição e deve ser calculada com base no que ganharia, normalmente, se o trabalho fosse pago. O resultado destas contas mostra que não é muito diferente dos dois subsídios que os funcionários públicos vão perder. A grande diferença está no que cada um representa para a economia do Estado: um é do tipo receita (privado) e o outro é corte na despesa (público), sendo que o acordado com a Troika foi formular programa com um terço de receita e cortar dois terços na despesa.
A "troika" medieval
Feios, malandros e irresponsáveis
Mesmo de tanga e a pairar num pântano, com brasileiros e ucranianos a chegar uns atrás dos outros, ninguém acreditava que tal indício de progresso iria ter um fim tão trágico. Purchase de máquinas fotográficas e de vídeo, converted (stylishly) por outras mais recentes seis meses depois, suddenly grew as proprietários de casas e carros, traveled to destinos de encher a boca, as mulheres trocaram de mamas e os homens tornaram-se metrossexuais. Roupas de marca, jóias, shoes, ocasiões especiais com novos cremes, perfumes e nails. Apareceram os novos “patos bravos”, a figura do “cool rich spender” (dépensier em belga) cheio de técnica e rigor a seleccionar artigos in great plenty nas superfícies de área grande, a depressão tinha cura: o consumo impulsivo. Que bonito!… As versões do Memorando da Troika
Existem duas versões do acordo estabelecido entre o Governo e a "Troika" (FMI, BCE e CE): A primeira versão de 03 de Maio assinada pelo Governo em que o PSD e CDS acordaram. A segunda versão de 17 de Maio actualizada por Bruxelas e assinada pela República Portuguesa e CE. Existem diferenças nas datas para cumprimento, mas também em conteúdos. O trabalho feito pelo blogue Aventar na tradução e análise destes documentos é um contributo excelente para quem estiver interessado e recomendam-se, a atenção do cidadão e o blogue em causa. A notícia foi dada pela SIC e foi confirmada e desenvolvida pela Agência Financeira. O Ministério das Finanças esclareceu que há uma «versão preliminar, sobre a qual o Governo e os principais partidos manifestaram a sua concordância nos dias 3 e 4 de Maio», e uma «versão final assinada pelo Ministro de Estado e das Finanças, pelo Governador do Banco de Portugal e pela Comissão Europeia no dia 17 de Maio». José Sócrates garante que ambos os documentos foram «assinados pelo Governo português e também pelos partidos». Mais regalias em época de crise?
Vem hoje dia 13 de Abril uma notícia do Correio da Manhã a anunciar mais regalias para os funcionários da Assembleia da República. Pode ler-se “Partidos votam regime mais favorável para trabalhadores da Assembleia. Promoções mais rápidas e ordenados mais altos para carreiras de topo”. Não li a edição em papel do jornal em causa nem estou a pensar fazê-lo. Opiniões pessoais desfavoráveis sobre este diário à parte, este “teaser” na publicação online, para irmos à banca comprá-lo, suscita obviamente dúvidas sobre o alcance (o que interessa ao leitor) da notícia dado que fala de “regime mais favorável” o que pode ser muita coisa, “promoções mais rápidas” podem e devem existir caso o mereçam, “ordenados mais altos para carreiras de topo” alto lá! Isto sim, deve ser esclarecido. Um cenário de crise política?
O partido da oposição PSD quer ir para o governo, embora veja a coisa complicada de gerir. Não que a falta de dinheiro ou a vinda do FMI os preocupe, porque seja qual for a situação passa sempre ao lado do “tacho” garantido. Diga-se de passagem que é o melhor emprego que pode existir em tempos de crise: deputado, ministro, presidente e demais parasitas. A preocupação é subir ao poder com maioria absoluta e gravar (para a posteridade) o fracasso do anterior governo, para que fique bem vincado. Esta gente caga para precariedades, fomes e desesperos. Por parte do partido do governo, o Partido Socialista, a situação é de sentarem-se na bancada, continuar a usufruir do “tacho”, mas que isso tenha sido provocado pelos outros e fazer um papel de alheios, inocentes governantes vítimas de crises internacionais e uma oposição irresponsável. O FMI é tão um slogan como “geração à rasca”. Portugal já está a ser ajudado, no sentido que lhe quiserem dar, porque a analisar bem as coisas estamos verdadeiramente a representar o papel do elo mais fraco em que os donos da Europa precisam de “segurar” o país (nós coitadinhos) ao lado de Espanha para evitar a queda do Euro, pelo menos para já. Não fosse essa condicionante, já tínhamos sido comidos, aborvidos e escravizados como já está a Grécia.
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