No entanto, a 4 dias das eleições legislativas de 2011, não me ocorria mínima ideia do que fazer com o voto. Tinha percebido que caso não houvesse um partido com maioria absoluta o Presidente iria convidar o partido mais votado a formar um governo maioritário. Vinha à ideia a coligação PSD/PP. No fundo, o que interessa é entendimento. O memorando da "troika" é para cumprir, portanto, pouco interessa a camisa que vai "transpirar" para o aplicar. Outro cenário seria a vitória do PS e Sócrates convidado a formar governo com outro partido, o que só o facto de saber que este homem iria negociar já era desagradável. Não conseguindo formar governo com ninguém, o Presidente poderia permitir, em opção, que o segundo partido mais votado se chegasse à frente e voltava à ideia a coligação PSD/PP. Poderia ser que desta vez não contribuísse, + 1, para a abstenção
No entanto, a 4 dias das eleições legislativas de 2011, não me ocorria mínima ideia do que fazer com o voto. Tinha percebido que caso não houvesse um partido com maioria absoluta o Presidente iria convidar o partido mais votado a formar um governo maioritário. Vinha à ideia a coligação PSD/PP. No fundo, o que interessa é entendimento. O memorando da "troika" é para cumprir, portanto, pouco interessa a camisa que vai "transpirar" para o aplicar. Outro cenário seria a vitória do PS e Sócrates convidado a formar governo com outro partido, o que só o facto de saber que este homem iria negociar já era desagradável. Não conseguindo formar governo com ninguém, o Presidente poderia permitir, em opção, que o segundo partido mais votado se chegasse à frente e voltava à ideia a coligação PSD/PP. Mais regalias em época de crise?
Vem hoje dia 13 de Abril uma notícia do Correio da Manhã a anunciar mais regalias para os funcionários da Assembleia da República. Pode ler-se “Partidos votam regime mais favorável para trabalhadores da Assembleia. Promoções mais rápidas e ordenados mais altos para carreiras de topo”. Não li a edição em papel do jornal em causa nem estou a pensar fazê-lo. Opiniões pessoais desfavoráveis sobre este diário à parte, este “teaser” na publicação online, para irmos à banca comprá-lo, suscita obviamente dúvidas sobre o alcance (o que interessa ao leitor) da notícia dado que fala de “regime mais favorável” o que pode ser muita coisa, “promoções mais rápidas” podem e devem existir caso o mereçam, “ordenados mais altos para carreiras de topo” alto lá! Isto sim, deve ser esclarecido. Lili Caneças entre a vida e a morte
Quando desfilava à entrada para o Baile da Rosa, no Porto, foi surpreendida por fogo-de-artifício. As fagulhas caíram no vestido e queimaram-no. Lili Caneças disse que olhou para trás e viu chamas! Temeu pela vida, esteve quase a morrer queimada, sobreviveu por milagre... A tia da sua mãe morreu assim. Nunca pensou acabar, desta forma, numa festa... O vestido era emprestado e agora o dono fica com o prejuízo. Quer ser ressarcido, evidentemente, mas ninguém assume responsabilidade, muito menos Lili. O certo é que a tia não se livra de responder pelo que lhe confiaram, dado que se livrou do “contrário de estar vivo”, envergando algo inflamável que até ao momento de arder até parecia ser sua propriedade. Tudo isto é verdade e mais a outra parte que se mistura tornando a história num episódio de RA (Realidade Aumentada), com a componente virtual sem a computação gráfica. Sem computação, mas com a imaginação de Lili Caneças a funcionar, mais uma vez, mostrando a parte da sua sanidade mental mais atingida e degradada.
Adicionar “amigos” no Facebook é censurado
No centro de ajuda do Facebook pode ler-se: “O Facebook é um local para estabelecer ligações com amigos, familiares e outras pessoas que conheça pessoalmente”. De facto, esta “regra” tem a sua feição ao spam, em consideração, aparenta estar relacionado com a privacidade, não obstante podermos relativizar a mensagem não desejada, porque é disso que o spam se trata. Quem decide e ajuíza o que é spam? O que pode ser spam para mim, pode não ser para outrem. Tanta preocupação por parte do Facebook em preservar os seus utilizadores! Nem parecem fundamentadas todas as queixas que a rede das redes já recebeu até hoje… Se alguém recebe um pedido de amizade no Facebook duma pessoa que não conhece tem todas as possibilidades de não aceitar, perguntar à pessoa (remetente) de onde conhece o destinatário p.e., e até pode mantê-lo em “banho-maria” e decidir mais tarde. Muita boa gente gosta de conhecer novas pessoas, desconhecidos portanto, trocar ideias. Há pessoas que adicionam outras por conhecê-las mas que de forma pessoal não estabelecem ligação frequente ou até nenhuma, dada a “correria” dos nossos dias, tornando-se assim o Facebook a ajuda que faltava para manter as ligações. Existem casos de vizinhos que contactam na rede e quase sem se encontrarem pessoalmente. Guerra, outra vez...

Estamos na eminência de entrar em guerra com a Líbia, noticiam vários OCS. Desta vez, aparece a França na dianteira da ONU. Dizem que é um "dispositivo de natureza militar para proteger o povo líbio". Não estranho que se venha a decidir por uma acção via bélica, não pacífica nem diplomática, porque vamos combater um ditador louco, passado da cabeça. Mas não deixa de ser curioso este estado de opiniões divergentes em relação à decisão de avançar em força no terreno. Quando foi o caso do Iraque, a história das “armas de destruição massiva”, em causa estiveram e ainda estão os fundamentos. Não se sabe se existem ou não essas armas e os movimentos anti-guerra manifestaram-se de todas as formas, mesmo sabendo nós que estavamos perante o derrube de mais um ditador do género, se bem que menos “gay”. Desta vez, mesmo com o fantasma do “interesse petrolífico” sempre a pairar, sabemos que este assassino paga a mercenários para matar os adversários e bombardeia-os com aviões matando civis, provocando “danos colaterais” em árabe. Mas será que isso é verdade? Não será mais um pretexto como as WMD de Bush e Blair?
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