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Todos contra a TSU
Até os patrões estão contra a TSU!... Nunca se assistiu a este "abraço", esta onda de solidariedade magnífica por parte do patronato e capitais para com os trabalhadores. Já o evangélico diz: "Deus é tão bom!". E nós dizemos: "Aleluia". E já agora... não quererão dar uma mãozinha e apoiar-nos nesta luta contra o resto dos cortes? O autor da seguinte frase: "esse dinheiro (da TSU) é altamente reprodutivo, é a melhor maneira de promover o crescimento e a criação de emprego" é ninguém mais que o ilustre senhor Belmiro de Azevedo, o mesmo empresário e patrão que fala hoje em "navegações à vista". O governo de José Sócrates comprometeu-se com o Fundo Monetário Internacional a fazer um “corte significativo” da Taxa Social Única. O corte na taxa social única corresponde a um corte indirecto de salários – a ideia é aliviar os encargos das empresas com os descontos para a segurança Social (tornando-as mais competitivas nos mercados externos) e compensar com subidas de outros impostos, nomeadamente sobre o consumo. Teixeira dos Santos explicou que o compromisso assumido com a troika implicava que já no final de Julho de 2011 o governo eleito teria que identificar "as medidas que podiam compensar euro por euro aquilo que se perderia com a redução da TSU". Muita gente diz e bem que já houve muitas subidas de impostos (o que quer que se entenda por "imposto"), como foi o IVA, tornando injustificável a comparticipação na TSU por parte dos trabalhadores. No entanto, já percebemos, mesmo que mal explicado pelo governo, que essa comparticipação é a resposta ao chumbo do Tribunal Constitucional, como se confirma pelo valor resultante próximo de um subsídio e com as "modelações").
Carla Bruni teme que Sarkozy morra
Carla Bruni é a verdadeira mulher do presidente francês. Esclareça-se qualquer dúvida que persista sobre o papel da forte senhora com nome de "panzer". A modelo cantora refere-se à intensa actividade laboral do político e o que pode ser prejudicial à integridade física e perigo de vida que corre. Apetece dizer e ouvir "Sarkozy entre a vida e a morte" como de igual modo foi anunciado aquando do incêndio que deflagrou no vestido emprestado de Lili Caneças. Carla Bruni, afirmou numa entrevista a um programa de uma televisão francesa que o marido trabalha tanto que tem medo que lhe dê o badagaio. "Tem um sentido de dever inimaginável. Trabalho o tempo todo. Pouca gente tem a sua força. Nem todo a gente o faz e não o fará. Está extraobrigado a deixar a política. Depois de ter sido presidente que poderia fazer? Voltar a ser ministro ou autarca?". Nos cinco países, Sarkozy e Merkel (a tal que dizem ser a amante e faz com ele o dueto de sucesso "Merkozy") têm uma notoriedade semelhante (93 por cento para o primeiro e 92 por cento para a segunda), mas o presidente francês conta com apenas 33 por cento de opiniões favoráveis dos europeus face às 50 por cento garantidas pela chanceler alemã. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, tem uma notoriedade de 88 por cento e tem tantas opiniões favoráveis como desfavoráveis (44 por cento, respetivamente). Já o chefe do Governo italiano, Mário Monti, é apenas conhecido por 74 por cento dos inquiridos e 36 por cento têm uma boa imagem do mesmo, a mesma percentagem de opiniões negativas. O espanhol Mariano Rajoy é o menos conhecido dos cinco dirigentes europeus, com uma notoriedade de 63 por cento, 27 por cento de opiniões favoráveis e 34 por cento de opiniões desfavoráveis. O inquérito foi realizado pelo instituto BVA para o diário francês "20 minutes", na França, Alemanha, Reino Unido, Itália e Espanha, entre 20 e 29 de fevereiro, pela Internet, a 4.217 pessoas com 15 ou mais anos.
Estes americanos são mesmo “chicos espertos”!
Depois de terem profanado o corpo de Bin Laden, autopsiando-o, recorrendo à simulação de que teria sido atirado ao mar de acordo com a tradição muçulmana e para não ferir susceptibilidades ou “enfurecê-las” até, como se pôde saber através da revelação de e-mails por parte do grupo Anonymous, veio a público agora que a tão aclamada captura, operação record e bem sucedida, não passou dum aproveitamento. É que a mulher mais velha do terrorista vingou-se de menosprezo e entregou-o ao inimigo - pura traição. Khairiah Saber de seu nome, a “saber”, ajudou a Al Qaeda a livrar-se do seu líder que alegavam estar louco. O que se divulga na comunicação social é que o terrorista “foi entregue aos EUA pela ex-esposa ciumenta”. Ou seja, e a ser verdade tudo isto, estamos perante uma nação intrujona que insiste em fazer "gates" com receita "Big Mac - Deep Throat".
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