Democracia é o regime político do momento? - pergunta o aluno do 6º ano. Alguns segundos para perceber a pergunta... donde virá tal questão? Desfolha o manual de História e surge o friso histórico com 4 grandes períodos do século XX português: 1ª República, Ditadura Militar, Estado Novo e a Democracia. Esta já dura há uns anos e aceitamo-la porque votamos de modo livre e universal se bem que com métodos eleitorais de certo tipo representativo. Então e veio para ficar? Não vai acontecer nada? Um golpe militar ou uma revolução, mudarmos para uma coisa nova? Já que isto está tão mau!... - pergunta e sugere, concluindo, o aluno do 6º ano.
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O "remoer" do Estado
Eis que apareceu um novo termo: "triturar". Na sequência das "refundações", é coisa que parece mas não é. Podia ser minguar ou até mesmo extinguir - mas não. Trata-se de reduzir a pó ou pedaços. Cá para nós... atrás da "trituração" está um monstro que o Partido Socialista insiste em alimentar - é "ruminar".
Poderia ser que desta vez não contribuísse, + 1, para a abstenção
Um cenário de crise política?
O partido da oposição PSD quer ir para o governo, embora veja a coisa complicada de gerir. Não que a falta de dinheiro ou a vinda do FMI os preocupe, porque seja qual for a situação passa sempre ao lado do “tacho” garantido. Diga-se de passagem que é o melhor emprego que pode existir em tempos de crise: deputado, ministro, presidente e demais parasitas. A preocupação é subir ao poder com maioria absoluta e gravar (para a posteridade) o fracasso do anterior governo, para que fique bem vincado. Esta gente caga para precariedades, fomes e desesperos. Por parte do partido do governo, o Partido Socialista, a situação é de sentarem-se na bancada, continuar a usufruir do “tacho”, mas que isso tenha sido provocado pelos outros e fazer um papel de alheios, inocentes governantes vítimas de crises internacionais e uma oposição irresponsável. O FMI é tão um slogan como “geração à rasca”. Portugal já está a ser ajudado, no sentido que lhe quiserem dar, porque a analisar bem as coisas estamos verdadeiramente a representar o papel do elo mais fraco em que os donos da Europa precisam de “segurar” o país (nós coitadinhos) ao lado de Espanha para evitar a queda do Euro, pelo menos para já. Não fosse essa condicionante, já tínhamos sido comidos, aborvidos e escravizados como já está a Grécia.
O artigo que parece obra de rábula
Milhões de portugueses não conhecem a Constituição, muitos já faleceram sem ler um único artigo e haverá certamente quem não saiba para que serve e até desconhecem a sua existência. Não acredito que os políticos apresentem alguma ignorância em relação à Constituição, no entanto, duvido que alguns a interpretem com inteligência. O político, a partir do momento que começa a servir o Estado através dum mandato, não mais pode dormir descansado enquanto não conseguir pôr na prática estes fundamentos.
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